Para o bem e para o mal, não podemos falar da Freixianda actual e ignorar a figura do Padre Benevenuto. Repito: para o bem e para o mal.
Isto a propósito das citações que fiz d' A Voz da Freixianda.
A minha opinião é que uma comunidade precisa de líderes. Noutros tempos havia-os naturalmente: o Padre, o Professor, o Doutor, o presidente da Junta... (a ordem não significa nada).
O que noto é que na nossa comunidade não existe um líder, um elemento aglutinador, que sendo respeitado pela generalidade das pessoas, tenha a capacidade de as motivar, de as levar a envolverem-se em projectos.
Precisamos de renovação, de sangue novo, de gente que não fique à espera que as coisas aconteçam e, sobretudo, de gente que não fique a olhar por cima do ombro, a ver o que o vizinho vai fazer.
Precisamos de rasgar cartões de todas as corres, de passar por cima de velhos conflitos que, de tão velhos, já ninguém sabem por que razão começaram.
Precisamos de perceber que esta é a nossa terra. É dela que gostamos, é aqui que nos sentimos bem e é a ela que queremos regressar quando estamos longe.
Precisamos de acreditar que vale a pena trabalhar por ela. Que vale a pena fazer um esforço, dar um pouco do nosso tempo a um evento, a uma associação, a um grupo.
Há quanto tempo não acontece um evento cultural na Freixianda?
Para o bem e para o mal, dizia eu no príncipio.
Se vasculharem na Voz da Freixianda, podem ler sobre Encontros de Coros, peças de teatro, cinema no Salão Paroquial...
Os tempos eram outros, bem como as motivações - mas as coisas aconteciam. Temos que fazer que voltem a acontecer e não podemos continuar à espera...
Isto a propósito das citações que fiz d' A Voz da Freixianda.
A minha opinião é que uma comunidade precisa de líderes. Noutros tempos havia-os naturalmente: o Padre, o Professor, o Doutor, o presidente da Junta... (a ordem não significa nada).
O que noto é que na nossa comunidade não existe um líder, um elemento aglutinador, que sendo respeitado pela generalidade das pessoas, tenha a capacidade de as motivar, de as levar a envolverem-se em projectos.
Precisamos de renovação, de sangue novo, de gente que não fique à espera que as coisas aconteçam e, sobretudo, de gente que não fique a olhar por cima do ombro, a ver o que o vizinho vai fazer.
Precisamos de rasgar cartões de todas as corres, de passar por cima de velhos conflitos que, de tão velhos, já ninguém sabem por que razão começaram.
Precisamos de perceber que esta é a nossa terra. É dela que gostamos, é aqui que nos sentimos bem e é a ela que queremos regressar quando estamos longe.
Precisamos de acreditar que vale a pena trabalhar por ela. Que vale a pena fazer um esforço, dar um pouco do nosso tempo a um evento, a uma associação, a um grupo.
Há quanto tempo não acontece um evento cultural na Freixianda?
Para o bem e para o mal, dizia eu no príncipio.
Se vasculharem na Voz da Freixianda, podem ler sobre Encontros de Coros, peças de teatro, cinema no Salão Paroquial...
Os tempos eram outros, bem como as motivações - mas as coisas aconteciam. Temos que fazer que voltem a acontecer e não podemos continuar à espera...