
Quando era miúdo, era habitual juntarmo-nos no (então) Largo da Feira para jogar à bola, andar de bicicleta e outras coisas que nos viessem à cabeça.
Havia também aquela altura em que no quinto ou sexto ano, toda gente tinha um bicho-da-seda e íamos colher folhas das árvores que havia no dito largo.
Não vou aqui “bater” mais nos responsáveis pela remodelação o Largo Juvêncio Figueiredo. Não gosto do resultado e já o disse.
O que se devia procurar agora é formas de aproveitar o espaço e dinamizá-lo, fazer com que [apesar da falta de um espaço verde, das árvores que teimam em não crescer (graças também aos vândalos que não respeitam nada nem ninguém)] os Freixiandenses procurem ali um lugar de convívio e confraternização. Penso que é isso que falta na nossa terra: mais convívio, mais confiança entre as pessoas, mais pontos de união que nos relembrem que somos todos uma grande família.
Era isso que eu gostava de ver simbolizado no largo Juvêncio Figueiredo.





