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Ultima Hora : Anda uma porca á solta na Freixianda

Anda uma porca á solta na Freixianda.
Não sabemos de quem é! Quase entrou nas galerias da Vila. e atenção porque ja circulou na estrada principal.....

FRIO – Siga os conselhos da Protecção Civil

Nesta altura do ano, dadas as condições atmosféricas, em que se prevê mais frio e uma consequente maior utilização de sistemas de aquecimento, a população deve minimizar os riscos que muitas vezes lhes estão associados.
Siga os conselhos da Protecção Civil:

Aquecer o lar:
· Afaste os aquecedores de móveis;
· Não seque a roupa nos aquecedores;
· Afaste os produtos inflamáveis de uma fonte de calor;
· Guarde os líquidos inflamáveis em recipientes fechados e coloque-os em locais ventilados;
· Proteja devidamente a lareira para que não se torne um foco de incêndio;
· Não abandone velas acesas ou mal apagadas;
· Nunca se esqueça do ferro de engomar ligado.

Rede eléctrica:
· Não faça reparações improvisadas;
· Substitua os fios eléctricos em mau estado;
· Use fusíveis adequados;
· Evite sobrecarga – não ligue demasiados aparelhos na mesma tomada, principalmente os de elevado consumo;
· Nunca apague com água um incêndio de origem eléctrica;
· Não aproxime água de instalações eléctricas – há perigo de ficar electrocutado.

Rede de gás:
· Faça a revisão periódica das tubagens – para verificar se há fugas aplique água com sabão. Nunca utilize uma chama;
· Se detectar alguma fuga chame imediatamente um técnico do gás. Se cheirar a gás não faça qualquer tipo de chama, não ligue nem desligue interruptores ou aparelhos eléctricos, abra as janelas, feche as válvulas de segurança do contador e de corte do redutor e contacte de imediato um técnico qualificado.

Cozinha:
· Nunca saia de casa com o fogão ou o esquentador ligado;
· Não deixe, junto a janelas, aparelhos a gás ligados;
· Se a gordura da frigideira se incendiar desligue de imediato o gás, não retire a frigideira do fogão, pois iria espalhar o fogo e use uma tampa, um prato ou uma toalha húmida para extinguir o incêndio;
· Mude periodicamente o filtro do exaustor;
· Não avive as chamas do fogareiro com álcool, gasolina ou qualquer outro líquido inflamável.
A PROTECÇÃO COMEÇA SEMPRE EM SI!

População residente em Portugal em estagnação

A população residente em Portugal cresceu 0,09 por cento, o que representa uma situação de quase estagnação, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos a 2008.
Segundo o Anuário Estatístico Regional, a população residente em território nacional foi estimada em mais de 10,6 milhões de habitantes, com Lisboa e Algarve a registar algum crescimento (0,86 por cento e 0,39 por cento, respectivamente). Em oposição, o Alentejo e o Centro foram as duas únicas zonas a mostrar um decréscimo populacional. O documento revela ainda que, em termos infra-regionais, regista-se o aumento da população nas zonas do litoral, sobretudo em Sesimbra, Alcochete e Mafra, que apresentam um valor acima dos três por cento. As migrações internas e internacionais são as razões invocadas no documento para justificar este crescimento. O decréscimo populacional, por outro lado, foi generalizado nos municípios do interior, devido "a resultados negativos da taxa de crescimento natural", como refere o anuário. A taxa bruta de nupcialidade situou-se nos 4,1 por cento, o que representou uma diminuição face aos 4,4 por cento registados em 2007. Esta tendência ocorreu por quase todo o país, com excepção da Região Autónoma dos Açores e o Norte, que apresentam as únicas taxas de casamentos superiores à média nacional. No que respeita à Educação, no ano lectivo 2007/08 a taxa de pré-escolarização foi de 79,9 por cento revelando, assim, uma tendência de crescimento já registada ao longo dos últimos 17 anos. Vila Velha de Ródão, Penamacor e Porto são os concelhos que atingiram os níveis mais elevados, com taxas a ultrapassar os 130 por cento. Segundo o relatório, esta taxa pode significar que alunos de outros concelhos são matriculados em municípios com taxas de atracção elevada em termos de população empregada. O estudo adianta também que a taxa de retenção e desistência do ensino básico, no ano lectivo de 2007/2008, foi de 7,9 por cento, "o que representa uma redução significativa relativamente aos 10,1 por cento verificados no ano lectivo anterior". Em termos territoriais, os valores mais elevados situam-se a sul do país, nas sub-regiões Alentejo Litoral, Península de Setúbal e Algarve, e em alguns municípios do Interior Centro e Norte. Na "radiografia territorial" realizada pelo INE é ainda abordada a subida de 3,4 por cento da capacidade de alojamento por habitante, com os acréscimos a serem mais expressivos no Norte (6,6 por cento), na Região Autónoma da Madeira (4,2 por cento) e no Centro (3,7 por cento). Ainda no âmbito do turismo, os cidadãos estrangeiros correspondiam a mais de metade (53 por cento) dos hóspedes em estabelecimentos hoteleiros nacionais, em particular nos municípios do Litoral continental e na da ilha da Madeira. No Algarve, quase todos as autarquias receberam turistas estrangeiros, o mesmo acontecendo com o concelho de Ourém, situação que se explica pela proximidade ao Santuário de Fátima. Os níveis de criminalidade registados em território nacional foram também objecto de análise, com o INE a referenciar a existência de 400 mil crimes só em 2007, o que representou um decréscimo inferior a um por cento relativamente ao ano anterior, e uma taxa de criminalidade na ordem dos 37,7 por cento. O Algarve foi a região que registou a maior taxa de criminalidade em 2007 (65,5 por cento), além se ter verificado uma maior incidência do número de crimes por habitante nos municípios mais urbanos, como Lisboa (79 por cento), Porto (68 por cento) e Ponta Delgada (65 por cento). As taxas mais baixas registaram-se nos municípios do interior das regiões Centro e Alentejo, e ainda em algumas zonas dos Açores.

Lusa

Em Ourém descobertas pegadas de Dinossáurio Carnívoro

As impressões fósseis têm 170 a 175 milhões de anos.

No concelho de Ourém um grupo de espeleólogos do Centro de Estudos e Actividades Especiais da Liga para a Protecção da Natureza descobriu três trilhos de pegadas de dinossáurios carnívoros.São contemporâneas das pegadas encontradas há 15 anos na Pedreira do Galinha. O Diário de Notícias publica os pormenores:
Dinossáurio carnívoro passeou por Ourém http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1416796
Também hoje no JN o biólogo José Manuel Alho (Ourém) escreve sobre a descarga de escórias no Covão do Coelho junto ao parque natural das Serras d’Aire e Candeeiros. No texto intitulado “A troco de dinheiro vale quase tudo”, José Alho escreve sobre este “crime ambiental grave”.
In Jornal O Templário



Sete dicas para poupar 3.300 euros no IRS

A cerca de dois meses do final do ano, conheça quais são as categorias que lhe permitem aliviar a carga fiscal na sua declaração referente a este ano.
A pouco mais de dois meses do final do ano, se ainda não começou a pensar na entrega da declaração de IRS, ou se só agora se lembrou de coleccionar os recibos de farmácia, pare e pense. Ainda é possível fazer uma última tentativa para pagar menos ao Estado e até receber algum dinheiro de volta. Se aproveitar todas as deduções máximas poderá conseguir poupar 3.300 euros na sua declaração de IRS, ou ainda mais. Para conseguir isso apenas terá de se concentrar em dois pontos: deduções à colecta e benefícios fiscais.
As opções para poupar vão desde as técnicas mais óbvias - como recolher as facturas que tem relativas a despesas de saúde e de educação - até às deduções à colecta dos juros da compra de casa e outros menos utilizados como as deduções dos gastos com energias renováveis.
Face ao ano anterior, praticamente não existem grandes alterações, no que se refere aos benefícios fiscais. "Apenas foram alterados os limites máximos nalgumas categorias", explicou António Pinto, fiscalista da Deco.
Entre as deduções mais comuns e fáceis de contabilizar estão as despesas de saúde, educação, habitação e informática. Só estas três últimas categorias permitem uma poupança de 1.556 euros no IRS . O número só não é superior porque as despesas de saúde, que não têm limite de dedução, não entram para estas contas.
Os Planos Poupança Reforma (PPR) são também conhecidos pelos benefícios fiscais. "Para quem tem a possibilidade, até ao final do ano, pode insistir nos PPR. Sempre é uma forma de conseguir poupar no IRS", acrescentou o fiscalista da Deco, ao Diário Económico.
Para usufruir da dedução máxima, nos PPR, um aforrador, com idade inferior a 35 anos, tem de investir, um total de 2.000 euros para conseguir deduzir 400 euros.
Também a compra de um computador pessoal é dedutível em 50%, no IRS, até ao montante de 250 euros. No entanto, só pode ser feita a dedução de um computador por elemento do agregado familiar, por ano. "Para quem tem dois filhos, o melhor é comprar um computador este ano e o outro em Janeiro. Desta forma irá conseguir deduzir os dois, porque este ano só pode contabilizar no IRS um computador", explicou António Pinto. O fiscalista deixou também o alerta para as famílias que pretendem deduzir a compra do computador Magalhães. "Não compensa para um família estar a deduzir a compra do Magalhães. Em 50 euros estará a gastar essa dedução para poupar apenas 25 euros. Depois se precisar de deduzir a compra de um outro computador, até de um montante bastante superior, já não o pode fazer".
Recibos verdesPara o caso dos trabalhadores da categoria B, ou seja, quem utiliza recibos verdes, existem algumas regras específicas, na entrega da declaração. Para quem se inscreveu no regime simplificado, são considerados para efeitos de tributação 70% do rendimento declarado. Os restantes 30% são considerados encargos próprios da actividade e, por isso, livres de impostos. Neste regime não pode declarar despesas da actividade, tais como deslocações, aquisição de bens, etc. Caso pretenda fazê-lo, a contabilidade organizada poderá ser uma opção vantajosa caso as despesas excedam 30% dos rendimentos.
No entanto, é importante ter em atenção que se está inscrito no regime simplificado é obrigado a manter-se nele durante três anos. No fim desse período, se nada foi comunicado até Março do ano em que pretende adoptar a contabilidade organizada, manter-se-á no regime simplificado por mais um ciclo de três anos. Caso tenha dúvidas sobre qual a melhor opção para o seu caso, o melhor mesmo é esclarecê-las até ao final do ano.
Já em contagem decrescente para o fecho de 2009 comece a organizar-se. Arranje uma pasta e guarde os documentos comprovativos das despesas e receitas que obteve ao longo do ano. A desorganização pode ser uma razão para algumas vezes se esquecer de pôr aquele recibo no IRS.


JS/Diario Economico